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Mostrando postagens com o rótulo TRANSFORMAÇÃO

O Outro é o seu Reflexo

  Realidade  Refletida “Tudo o que te incomoda em mim, na verdade existe em você, e só te incomoda porque é um reflexo do que há em você. Eu sirvo como um espelho para o que você não quer enxergar, e assumir em você mesmo.” Pode ser difícil encarar essa verdade; por outro lado, pode ser uma forma de encontrar uma solução. Ver em nós a razão que nos leva a ficar irritados, magoados ou desequilibrados com o outro que demonstra, é uma tarefa árdua porque exige uma análise verdadeira, e um olhar sincero, para se despir do orgulho, e enfrentar nossos monstros internos. Entretanto, essa é a única maneira real de lidar com o que nos incomoda: partindo para a ação, atuando em nosso mundo e não no do outro. Alterando a realidade incômoda Ao invés de achar que o outro é culpado, olhar para si mesmo e perceber que o que você faz alimenta aquela situação. Qual a sua responsabilidade em cada situação que você vive? Especialmente, nas que te trazem desconforto ou incomodidade?...

Para transformar, preocupe-se em ouvir e engajar

Nos últimos 25 anos, o índice de transformações empresariais bem sucedidas permaneceu praticamente inalterado: apenas 30% das companhias conseguiram encontrar o sucesso depois de executar mudanças. Nossos estudos têm demonstrado que a alta ocorrência de falhas se dá, sistematicamente, pelo mesmo motivo: em pouco tempo, os funcionários e a média gerência retornam às velhas mentalidades, e a mudança esperada simplesmente não acontece. Como consequência, mundialmente, o arrependimento número um dos CEO’s é não ter agido de forma rápida para neutralizar o comportamento das pessoas resistentes às mudanças. Isso porque as empresas estão perdendo grandes oportunidades ao deixarem de motivar e manter um alto grau de engajamento dos colaboradores, durante e após os processos de transformação. Pesquisa recente que fizemos, com 1.900 companhias globais e 80 brasileiras, mostrou que empresas preocupadas com saúde organizacional apresentam um retorno total ao acionista até...

Há Vida além do Circo

O palhaço se sentiu prestigiado, engrandecido, forte, com os aplausos da plateia que ria de suas caretas, de seu linguajar chulo, de suas frases sem sentido, de suas bravatas. O público acreditou que, de tão absurdas as falas do bufão, tratavam-se de brincadeiras, de piadas de mau gosto, de pura encenação cômica. Mas o palhaço não estava para brincadeiras, falava sério, seu discurso significava exatamente o que ele queria dizer, não era zombaria, não era mofa, não era pilhéria, e a empolgação da audiência o autorizava a crer que ela concordava com suas palavras. O palhaço distribuía piadas e pão e as pessoas pareciam se sentir saciadas, parecia que isso lhes bastava. O truão se sentiu grande, achou que era o dono do circo, que possuía a consciência da plateia, que a tinha como refém. Então, resolveu apoderar-se do circo, transformá-lo em um picadeiro no qual seria o único astro, de onde ouviria eternamente os aplausos do público a seus atos insensatos, a su...

Sociedade Iluminada

"Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora. Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que havia no local. A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que leem estas afirmações as considerem loucura. Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza. A nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a l...

'O Poder do Hábito'

Desde seu lançamento, em 2012, o livro ‘O Poder do Hábito’, de Charles Duhigg , é um fenômeno internacional. Já são mais de 60 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times e 80 na lista de VEJA, com mais de dois milhões de exemplares vendidos no mundo. A premissa do autor é simples: mais de 40% das nossas ações cotidianas – o que comemos, como nos exercitamos, como nos relacionamos com o trabalho e com as pessoas – são, na verdade, automáticas. Movido pelo desejo de transformar a incômoda (e pouco saudável) mania de comer um cookie todos os dias no trabalho, Duhigg, repórter vencedor do prêmio Pulitzer de 2013, mergulhou na ciência da formação dos hábitos e apresentou sua descoberta: é possível transformá-los. Dias antes de sua palestra na Bienal do Rio, o autor falou sobre o tema. O que é, exatamente, um hábito? Hábitos são ações que começam com uma decisão e, conforme são repetidas, tornam-se inconscientes. É uma forma de o cérebro poupar energia e não se esforçar ta...

Dia dos Namorados

Dias atrás, no ‘Dia dos Namorados’, estava com a Maísa, minha namorada, numa festa. Oportunamente, observamos  um casal de idosos sentados numa mesa próxima. Ela, a senhora, segurava uma das mãos dele  com firmeza, e o olhava nos olhos com a atenção que se dedica a alguém muito querido, valioso. Conversando, acabamos nos perguntando  qual seria a história que os dois teriam construído até ali?  Consideramos que é difícil dizer. Projetando isso para os demais, para todos os casais de idosos,  a dificuldade seria maior ainda.  Entretanto, concluímos que a resposta é mais simples do que possa parecer: ‘A história que eles todos construíram resultou na nossa realidade atual’. Então eu perguntei a ela: -E essa nossa realidade, você considera boa,  ideal? Maísa respondeu: - Ideal nunca será, sempre haverão etapas a serem superadas - que serão cada vez mais difíceis, quanto mais próximo se estiver de atingir o ideal. E, quanto a boa, eu diria q...

Sorrindo para a Vida

M. vivia jogado pelas ruas da cidade. Sujo, maltrapilho, sem saber de onde viria a próxima refeição. Dormia em qualquer lugar, quando  e como podia.  Era um solitário. Primeiro por não ter o que falar com os seus iguais, pois  não se se sentia parte deles. E, em segundo, por uma questão de segurança – não confiava em ninguém igual a ele. O estar ali foi uma contingência acidental. Antes disso era um profissional liberal, empresário, casado, com filhos. Tinha então várias propriedades, conquistadas ao longo de anos e anos de trabalho. De repente, sua vida começou a desmoronar. Tudo começou quando, por conta de uma mudança inesperada de mercado, parou de vender seus produtos, e teve que encerrar o negócio, sua maior fonte de renda.  A concorrência surgiu com produtos produzidos através de  uma nova tecnologia, mais baratos e eficazes do que aqueles que ele comercializava, então... Não sabe até hoje se  a causa foi uma falha estratégica – por não ter ...

Palavras

Quando falamos expressamos o que pensamos, nossos desejos, intenções.  Entretanto, não é apenas isso.  As palavras seguem carregando nossa energia. Elas podem gerar ações construtivas, destrutivas, podem ajudar ou maltratar, ... Enfim, as palavras tem um poder de transformação que muitas vezes não nos damos conta. Todas as palavras são importantes. Por exemplo, as que saem da cabeça de um bêbado. Normalmente,  não fazem sentido para nós,  mas significam tudo para ele. As palavras soltas, tem um sentido  que comporta vários desenhos, a serem descobertos, ... Podem ser proféticas. Uma fala conhecida e aquela proferida por Charles de Gaulle quando foi apresentado à  Jacqueline Kennedy e lhe perguntaram sua opinião sobre a primeira-dama dos EUA. Naquela oportunidade ela ainda estava casada com John Kennedy.. O grandes Charles foi sincero: 'Ela é do tipo que ainda vai se casar com um armador grego'. Podem não significar o que está sendo dito. Quando f...

Lado bom de cada um

Hoje, véspera do feriado prolongado de Páscoa, muitas pessoas anteciparam suas viagens para evitar o congestionamento das estradas. Mas, nem todos. Alguns, como ele, tiveram que trabalhar e,  enfrentar o trânsito piorado das ruas e avenidas da grande cidade para se deslocar para cá e para lá. Entretanto, nesse mais parado do que em movimento, ele teve oportunidade de presenciar duas cenas muito parecidas que o levaram a refletir. Numa delas, um menininho, desses simpáticos, que vendem balinhas nos cruzamentos, passou oferecendo seus ‘produtos’. Ele, como a maioria dos que estavam parados aguardando o farol abrir,  não comprou. Porém, um dos motoristas buzinou chamando o garoto e lhe deu uma bela bola de futebol, dessas que ele certamente não poderia comprar. Ficou tão feliz que nem gradeceu direito. Saiu correndo e foi mostrar para a mãe e as irmãs que estavam sentadas num gramado, numa praça próxima. Chegou jogando as balinhas de qualquer jeito, mostrando a bola como a...