De modo geral as pessoas do mundo de hoje são mais prósperas do que seus antepassados. Os demônios materiais que os assombraram – fome, sujeira, doenças e muitos outros – não são mais um problema comum para os cidadãos do primeiro mundo. Entretanto, poucos se consideram felizes. A maioria, de algum forma, se sente insatisfeita. Podem projetar imagem de felicidade nas mídias sociais, ou em público, mas, no íntimo, essa não é a sua realidade. Por que isso acontece? A sociedade em que vivemos assume que a ‘boa vida’ conquistada é um grande passo para uma ‘vida feliz’. O problema é que a boa vida pode ser mensurada objetivamente, enquanto que a vida feliz é subjetiva. A boa vida poderia ser como uma escada, onde cada degrau nos aproximaria mais da felicidade almejada: Educação Universitária; Sexo, de três a cinco vezes por semana; Salário acima de R$ 15mil/mês; Oito horas de sono; Casa no litoral badalado;... Portanto, dentro desse conceito, para sermos felizes ...