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Mostrando postagens com o rótulo PARADIGMAS

Luz no fim do túnel

O título não está errado, mas não irei me referir a luz no fim do túnel, e sim ao tipo de luz que iremos encontrar no fim do túnel, quando pudermos sair dos esconderijos. Vamos chegar lá mudados? Alguns, sim outros não. Esta crise serviu para enxergar outros paradigmas. Seja na forma do relacionamento entre as pessoas, seja na forma de conduzir os negócios. Novos Paradigmas Aquela história de ser pontual ao no trabalho, fazer hora extra, serões e por aí vai, mudou, agora as pessoas deverão saber se relacionar distantes uma das outras e de fato passar a entregar o que lhe foi dado como meta no prazo definido. Procrastinar, será crime inafiançável. O chefe não será mais um cara legal, que ouve o acolhe o time, deverá ter competência de saber motivar, mandar, saber medir resultados, sem estar perto deles. Assim, escolher colaboradores que não dependam dele para resolver o assunto, não importando onde a pessoa está fisicamente, será o seu grande desafio. As ...

Ciência repensa o cérebro e mostra que ele não é feito para mudar de ideia

    Grupos pró e anti-Lula se confrontam em dia de depoimento do ex-presidente, no Fórum da Barra Funda Autores de livros recentes no campo da ciência cognitiva procuram repensar o papel da razão e descrever as armadilhas que ela nos prepara. Segundo algumas novas hipóteses, a lógica é apenas um artifício retórico para persuadir, e nosso cérebro evoluiu de forma a nos convencer de que sabemos mais do que sabemos. O que é o homem? Platão arriscou uma definição: bípede implume. Ela não durou muito. Logo despontou Diógenes de Sinope, mais conhecido como o Cínico, que depenou uma galinha e passou a exibi-la: ‘Eis um homem de Platão’. Como filósofos nunca dão o braço a torcer, o pessoal da Academia acrescentou ‘e de unhas achatadas’ à definição original. Aristóteles teve mais sorte ao definir o homem como animal racional -‘ zóon lógon échon ’. Embora filósofos nunca tenham deixado de apontar incoerências de nossa natureza -nem Kant achava que o homem era racional o ...

Como quebrar paradigmas e provocar mudanças

"A história da Virgin teve como cerne abalar os setores e desafiar o status quo para gerar mudanças positivas. Nós não iniciamos nossas atividades para ganhar dinheiro, nós queríamos conceder aos amantes da música um acesso mais fácil e mais barato às suas bandas e artistas favoritos; restabelecer um pouco da diversão e do entusiasmo perdidos; e unir as pessoas e as ideias empreendedoras a fim de criar oportunidades para um mundo melhor.  Em nossa trajetória de mais de 50 anos, com centenas de empresas criadas no mundo todo, em diversos setores, nós aprendemos que provocar mudanças nem sempre é fácil, mas há algumas formas infalíveis para dar o pontapé inicial... Como o nome da nossa marca devidamente sugere, nós não tínhamos ideia do que estávamos fazendo quando começamos. Para a maioria das pessoas de negócios, isso seria algo ruim, mas nós aprendemos rapidamente que essa era a nossa maior vantagem. Livres e sem influências, nós fizemos as coisas da nossa maneira ...