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Mostrando postagens com o rótulo D. PEDRO I

Laudêmio de Petrópolis

  Em 1830 o Imperador Dom Pedro I comprou a ‘Fazenda Córrego Seco’. que na época pertencia ao Sargento-Mor José Vieira Afonso. Adquiriu a propriedade por vinte contos de réis, preço considerado muito alto para o valor real da fazenda. A escritura de compra do imóvel pelo então imperador foi assinada em 1830 . O monarca – que depois de ser imperador no Brasil foi aclamado rei em Portugal – ainda comprou outras propriedades no entorno, no Alto da Serra, em Quitandinha e no Retiro, ampliando a área de sua fazenda. Mais tarde, seu filho, Dom Pedro II , em vez de parcelar a fazenda, e vendê-la em lotes, decidiu constituir um arrendamento enfitêutico com a finalidade de fazer com que a cidade se desenvolvesse. Além de fundar um povoado, também investiu na localidade.   Palácio Amarelo de Petrópolis-RJ No dia 16 de março de 1843 , Pedro II , que estava com dezoito anos, e recém-casado com a imperatriz Teresa Cristina, assinou o documento que arrendava as terras da fazenda...

200 anos da independência do Brasil

O que levou o Brasil a se manter aglutinado — e a receber respeito internacional depois da emancipação da metrópole — apesar da chaga da escravidão   Coroação de Pedro I, em 12 de outubro de 1822 Como é ensinado há quase dois séculos nos colégios, as turbulências que sacudiam Portugal e boa parte da Europa se refletiram na mudança da Corte para o Rio de Janeiro, na Independência e na instauração da monarquia no Brasil.  A ruptura com a metrópole europeia é atribuída a vários fatores, e esmiuçada ao detalhe, mas se dá pouca ênfase à etapa seguinte: por que o espaço colonial português foi o único agregado territorial europeu nas Américas que não se fragmentou ao se tornar independente? Como a América portuguesa permaneceu unida? A resposta a essa pergunta ajuda a entender os acontecimentos de 1822 e a fundação do Império. Terá sido a existência de uma língua comum que manteve o país unificado desde então? Não é razão suficiente. Falava-se espanhol da Patagônia até a Cal...

Dom João 6º deixava o Brasil há 200 anos

  Ele chegou ao Brasil em 1808 e ficou 13 anos na ex-colônia que, nessa temporada, promoveria a Reino Unido de Portugal   D. João 6º, tela de 1826 de Albert Jakob Frans Gregorius retratando o monarca no período de seu retorno a Portugal   1.      Vinda para o Brasil João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança, o dom João 6 º, tinha as tropas napoleônicas em seus calcanhares quando decidiu se mudar para o Brasil.   Chegada família real -  esquadra de 15 naus veio pelo Atlântico escoltada por 4 naus inglesas -  Geoff Hunt Chegou em 1808 e ficou 13 anos na ex-colônia que, durante essa temporada, promoveria a Reino Unido de Portugal. Esta segunda-feira (26) marca o bicentenário de sua partida do território que um ano depois, sob rédea de seu filho dom Pedro 1 º e com sua complacência, declararia independência da coroa portuguesa. Se o imaginário popular guardou a imagem de um glut...

Imperatriz Leopoldina

A mulher que assinou separação de Portugal, e foi a primeira a governar o país   D. Leopoldina ajudou a escrever nossa história política, mas é comum explicá-la apenas como esposa de                                                                       D.Pedro 1º, e mãe de D. Pedro 2º    A independência do Brasil em relação a Portugal foi firmada, em 1822 . Como o momento histórico ocorreu durante a regência da imperatriz Maria Leopoldina, ela se tornou a primeira mulher a governar o Brasil, ocupando o cargo interinamente por alguns dias. Carolina Josefa Leopoldina de Habsburgo-Lorena nasceu em Viena, na Áustria, em 22 de janeiro de 1797 , e integrava uma das famílias mais poderosas da Europa no século 18 -   os Habsburgo. Terceira filha de Francisco 1 º, Imperador da Áustria, a princ...