Tradicional árvore de natal da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, em 2019 Já disse que não sou nenhum super-homem, nem sou imune a depressões, ansiedades, frustrações e aflições que esta longa crise gera em todos nós. Tem dias em que é difícil dormir. Em outros, é difícil pular da cama com entusiasmo. Mas, como digo aos meus sócios e time de colaboradores, numa crise a gente tem que se motivar em rodízio. Quando um cansa, vem outro apoiar. Numa crise tão aguda, o longo prazo pode ser o hoje à tarde. Como diz a Bíblia, cada dia com sua agonia. Meu grupo empresarial, como todos os outros, tem focado em cortar todo tipo de gordura e custo. Isso é default, obrigatório, não se discute. Mas liderar na crise não é só isso. É mais. É animar a tropa com visão e imaginação. É, sobretudo, cuidar das pessoas. E cuidar das pessoas não só com e-mails e WhatsApp. É preciso olho no olho, pegar nas pessoas, tocar seus corações, ouvir suas angústias, com o time sentind...