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Mostrando postagens com o rótulo RIO DE JANEIRO

Petit, o Menino do Rio

  Petit, na verdade José Artur Machado foi o surfista talentoso de espírito livre que nunca cresceu. Com seus 1,80 de altura, loiro de pele bronzeada e olhos verdes,  tornou-se muito conhecido pelos frequentadores da praia do Pier e Ipanema. Principalmente pelas jovens, que o apelidaram de Mel. Seu jeito de viver a vida livremente inspirou Caetano que depois de horas de conversa com Petit escreveu a música eternizada na voz de Baby. Petit representou como ninguém a geração saúde, termo que aliás não existia. Praticante de jiu-jitsu, cuidadoso com seu corpo, surfista e modelo free lancer.   O triste fim de Petit Apesar de ter sido personagem de uma música tão famosa ele não mudou seu comportamento. Levava a vida com naturalidade. Por algum motivo começou a usar drogas, talvez pelas influências ou por própria escolha. Isso quebraria um pouco de seu encanto sobre os frequentadores das praias cariocas? Não podemos afirmar. Mas um trágico acidente de moto oc...

Aloysio José Leal Penna

No Colégio Anchieta, Nova Friburgo- RJ , Aloysio José Leal Penna, então chamado Pe. Penna, foi Prefeito / Orientador dos menores internos, onde este que vos escreve cursou o Ensino Fundamental 2 (antigo Ginásio) , de 1959 a 1961 . Daquela época, lembro-me de que, numa das excursões que o colégio promoveu para os alunos fomos fazer um passeio em Campo do Coelho, distrito de Nova Friburgo, dotado de inúmeras belezas naturais. O ônibus parou próximo a um rio, os alunos desceram e, naturalmente, foram nadar. Lembro de haver uma ‘ilha’ - um ponto onde a areia estava acima do nível do rio -, muito próxima do local onde estávamos. Os alunos saltavam da beira do rio e, com o impulso do pulo, conseguiam alcançá-la.  Eu estava fazendo o mesmo, só que, numa das vezes não consegui alcançar a ‘ilha’, e afundei – não sabia nadar.  Comecei a gritar por socorro, e, após a minha terceira submersão, fui salvo pelo Pe. Penna que, ouvindo meus gritos, saiu correndo, mergulhou de roupa e tu...

100 anos do Leblon - os encantos e história do bairro mais charmoso do Rio

Cenário de inúmeras novelas e inspiração de muitos compositores, o local tem centenas de moradores famosos Quando se pensa no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, vem na mente o cenário de inúmeras novelas de Manoel Carlos e, claro, a fonte de inspiração de muitos compositores e poetas. Como defini-lo? Calmo e elegante. Ele - localizado entre Vidigal, Gávea e Ipanema - é conhecido por seus ótimos restaurantes, comércio forte, vida noturna agitada, e pelos famosos que circulam por lá, e pelo seu cartão-postal: o mar e o Morro Dois Irmãos. A beleza natural juntamente com outros atributos fazem da localidade uma das mais cobiçadas da cidade e um dos bairros mais caros do país. No último dia 26 de julho, o Leblon completou 100 anos de histórias. Francisca Ornellas Teles e Charles Le Blond Charles Le Blond, 1804-1880, chegou ao Rio de Janeiro em 1830, proveniente de Marselha fundando a empresa ‘Navegação Aliança’ com a finalidade de explor...

Momentos Passados

Viajamos para o Rio de Janeiro num grupo de 5 colegas por ocasião do encerramento do nosso Ensino Médio – todos cursamos a mesma classe, por três anos, do Colégio Alexandre de Gusmão, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Conseguimos autorização para pernoitar no Rio, por uns dias, no Colégio Santo Ignácio, administrado pelos mesmo padres jesuítas do Colégio São Luiz, aqui de São Paulo, e do Anchieta, de Nova Friburgo, meus conhecidos. Ao chegar no Colégio, um grupo de alunos do Santo Ignácio, que sabia da nossa vinda, já estava nos esperando para jogar futebol no campo do Colégio, que, naquela época, estranhamente,  tinha uma árvore plantada bem no meio. Deram azar – nosso grupo vinha jogando futebol de salão já há alguns anos, todos os sábados, na casa de um dos nossos colegas, o Renato Paraventi, que ficava no bairro Paraíso. Quem está acostumado a jogar futebol de salão, que demanda um jogo rápido, quase sem espaço, quando joga num campo maior leva vantagem – parece que...