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Mostrando postagens com o rótulo SUPERAÇÃO

Nosso Melhor, Nosso Pior

    Naturalmente, o nosso melhor é o ideal. Então temos que nos empenhar em buscar, lutar por ele. A humanidade, desde sempre, enfrentou adversidades, fome, frio, perigos etc. e, de uma forma ou de outra, usando a intuição e a razão, foi conseguindo superar tudo isso. Igualmente poderemos superar o nosso pior, fazendo prevalecer o melhor. Existem pessoas e situações que estimulam a externarmos o que temos de melhor, e outras que, muito pelo contrário.   O que fazer? Em princípio determinar dentro de nós as causas que estimulam o seu aparecimento. A seguir: ¡   Se for o nosso melhor – Entender suas razões e o porquê nos afeta, racionalizando, nos concentrando em tentar estimulá-las, alimentá-las.   ¡      Se for o nosso pior - tentar eliminá-las e, se não for viável, evitá-las.   Se não for possível nenhuma dessas alternativas, tentar conviver com elas da melhor maneira. Igualmente, entender suas razões e o porquê nos afeta...

Inclusão Social

                                   Escravidão Dia da Consciência Negra faz referência à resistência e morte de Zumbi dos Palmares, o último dos líderes do Quilombo dos Palmares no Brasil. Os quilombos eram organizações políticas de resistência e enfrentamento à escravidão. O dos Palmares é considerado por estudos historiográficos o maior e mais duradouro (atuou por mais de 100 anos) dos quilombos. Ficava entre os Estados de Alagoas e Pernambuco. O líder do grupo, Zumbi, foi executado em 20 de novembro de 1695 , aos 40 anos, pelas forças do bandeirante português Domingos Jorge Velho. Ele teve a cabeça degolada e exposta em praça pública, em Recife. Zumbi dos Palmares, obra bronze  José Maria Ferreira dos Santos,   Praça Antônio Prado, SP-Centro Além de homenagear e reconhecer a luta de Zumbi dos Palmares, na data, movimentos negros buscam evidenciar as desigualdades e violências ...

Depressão e ansiedade deixarão sequelas mais duradouras do que o coronavírus

Dificuldade de lidar com a solidão é um enorme desafio nestes dias de distanciamento social Depressão é transtorno traiçoeiro que transforma a vida num fardo difícil de suportar. Mesmo antes do coronavírus, já era considerada ‘o mal do século’. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a partir desta década, será a principal causa de absenteísmo, isto é, faltas no trabalho. Já o é, entre os que trabalham no mercado financeiro de São Paulo. Parece paradoxal, porque a partir da Segunda Guerra centenas de milhões de pessoas tiveram acesso a alimentos de qualidade, serviços de saúde e níveis de conforto com os quais nossos antepassados não ousavam sonhar. Embora a pobreza possa aumentar a prevalência de pessoas deprimidas nas sociedades, por que razões tantos que desfrutam de melhores condições financeiras desenvolvem um transtorno que lhes subtrai o prazer de viver? Nas últimas décadas, a ênfase foi dada à biologia dos neurotransmissores, os sinais q...

Monte sua árvore

Tradicional árvore de natal da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, em 2019 Já disse que não sou nenhum super-homem, nem sou imune a depressões, ansiedades, frustrações e aflições que esta longa crise gera em todos nós. Tem dias em que é difícil dormir. Em outros, é difícil pular da cama com entusiasmo. Mas, como digo aos meus sócios e time de colaboradores, numa crise a gente tem que se motivar em rodízio. Quando um cansa, vem outro apoiar. Numa crise tão aguda, o longo prazo pode ser o hoje à tarde. Como diz a Bíblia, cada dia com sua agonia. Meu grupo empresarial, como todos os outros, tem focado em cortar todo tipo de gordura e custo. Isso é default, obrigatório, não se discute. Mas liderar na crise não é só isso. É mais. É animar a tropa com visão e imaginação. É, sobretudo, cuidar das pessoas. E cuidar das pessoas não só com e-mails e WhatsApp. É preciso olho no olho, pegar nas pessoas, tocar seus corações, ouvir suas angústias, com o time sentind...

Futuro Relativo

Oswaldo foi criado numa família simples - seu pai era alfaiate e a mãe cabeleireira.   Seus pais, em relação à família deles, eram pessoas bem sucedidas: tinham trabalho, viveram em boas casas alugadas, eventualmente viajavam para visitar parentes, podiam pagar boas escolas para seus filhos, etc.   Eles, principalmente, lhe legaram uma autoconfiança, uma crença que era alguém especial, alguém para quem nada seria impossível, desde que quisesse, se dedicasse e acreditasse no sucesso, na realização. E assim foi. Ele estudou, se aperfeiçoou, ficou atento e se empenhou criar e em aproveitar todas as boas oportunidades que passaram pela sua frente.   Como consequência, teve bons empregos, construiu um bom patrimônio, criou família, e seus filhos foram bem encaminhados.   Hoje, Oswaldo atingiu uma idade quando, aparentemente, só existe o passado. Vive o presente, mas não como se ele fosse coisa sua – só está ali de passagem, esperando, dando tempo....

Conspiração para a pobreza

A distância entre ricos e pobres é perpetuada pelo enorme desnível entre as escolas de ambas as classes — e temos a obrigação moral de combatê-lo ELITE Aula de Henrique da Alemanha, em Bolonha, de Laurentius de Voltolina (séc. XIV): na Idade Média, a leitura era para poucos (Universidade de Bolonha) Há um departamento dentro do nosso psiquismo que adora teorias conspiratórias. Está sempre em busca de alguém que trama, que intriga, que deseja atrapalhar a vida de outro ou até a nossa própria. Mesmo pessoas sem maiores azedumes na personalidade não escapam da pulsão de encontrar um sinistro culpado por essas ou aquelas mazelas. A educação é o desaguadouro favorito para as teorias conspiratórias: é óbvio que, se a educação dos pobres é ruim, é porque os ricos não querem vê-los escapar da sua posição subalterna e oprimida. Livros nessa vertente sempre venderam bem. O presente artigo é uma tentativa de mostrar que as conspirações são fundamentalment...