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Sociedade Iluminada

"Não há mais maldade, o que há é mais luz, e é sobre isso que falo agora. Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que havia no local. A sociedade está mais iluminada. Isto é o que está acontecendo. E isto faz com que muitas pessoas que leem estas afirmações as considerem loucura. Percebeu que hoje em dia as mentiras e ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente? Bom, também está mais rápido alcançar o entendimento de Deus e compreender a forma como a vida se organiza. A nova vibração do planeta tem tornado as pessoas nervosas, depressivas e doentes. Isto porque, para poder receber mais luz, as pessoas precisam mudar física e mentalmente. Devem organizar seus quartos de despejo, porque sua consciência cada dia receberá mais luz. E por mais que desejem evitar, precisarão arregaçar as mangas e começar a l...

História da Arte Naif

Origem Desde o fim do século 19, o termo ‘ naif ’ (ingênuo) nomeia a arte de pintores sem formação acadêmica. É uma arte que atraiu a atenção de profissionais pela sua espontaneidade. Em 1886, quando o pintor de fim de semana, Henri Rousseau, expôs suas obras em Paris, e o crítico Wilhelm Uhde bem como artistas como Picasso e Gauguin se interessaram por sua liberdade expressiva. Por não estar ligado a escolas específicas, Rousseau -como outros amadores- não precisava seguir regras. A fluidez, a vivacidade, as cores alegres e as formas limpas de seus quadros, ajudaram a impulsionar a arte naïf e a abrir caminho para outros pintores, como Séraphine Louis, André Bauchant e Camille Bombois - ainda que, por muito tempo, as imperfeições técnicas de suas obras, como o uso inadequado da perspectiva, tenham sido motivo de chacota no meio artístico conservador. Características As características da Arte Naif é um relacionamento estranho com as qualidades formais da pintura, ...

Palavras

As palavras significam muito. Elas refletem o que sentimos - as nossas esperanças, realizações, frustrações, contentamento, amor, ódio, paz, guerra... E, quando escritas, deixam registrados todos esses sentimentos para serem liberados, e poderem influenciar os sentimentos, pensamentos e atitudes de outras pessoas. Pode ser no momento oportuno - quando ainda há a possibilidade de alteração da situação -, ou em uma outra época, quando então serão ouvidas / lidas sob uma perspectiva mais imparcial, histórica, mas com poder de transformação do futuro.   Um autor quando escreve uma crônica, uma história, ele registra mais do que sentimentos. Ele registra algo que nos fará chegar a um determinado ponto, conclusão. Registra o  início, o meio e o finalmente. As palavras, principalmente as escritas, são como pedras jogadas para compor o calçamento da estrada pela qual já caminhamos no passado, estamos caminhando, ou vamos caminhar. É descrita a partida, os meios utiliza...

Casa da Fazenda do Morumbi

Um dos últimos bairros a serem urbanizados em São Paulo, o Morumbi, na zona oeste, preserva memórias de um município rural. A região, hoje uma das mais ricas da cidade, já foi conhecida como Fazenda Morumbi, propriedade de aproximadamente 8.000 m². O terreno abrigava uma capela e uma casa luxuosa construída em 1813 pelo regente Diogo Antônio Feijó. Ainda no início do século 19, dom João 6º, grande apreciador de chá, doou o terreno ao agricultor inglês John Rudge, que lá instalou a primeira fazenda de chá do Brasil. ‘Os cultivos de chá e as videiras, para a produção de vinho, adequaram-se muito bem à região, que tinha um clima mais frio’, conta Silvia Cristina Siriani, professora de história da FMU. Por volta de 1840, o terreno foi vendido e a casa passou de mão em mão até que, no início do século 20, uma infestação de pragas destruiu as plantações -ponto de partida para a divisão da propriedade em lotes menores.  No ano de 1920, um século após a construção, o imóvel ruiu, o r...

Novo Caminho

    Oswaldo, num determinado momentos da sua vida, sentia que estava saindo da luz e entrando na escuridão. As coisas tomavam um rumo que independia do seu controle, e o levava de uma situação estabilizada para uma outra, que era muito pelo contrário. Nessas ocasiões, procurava ser otimista, acreditar que tudo daria certo no final, e agir de acordo com o esperado para superar o que tivesse que ser. Sempre dera certo. Porém, a partir de uma determinada época, deixou de ser.  Estava difícil manter a fé - ele só conseguia por não ter uma outra melhor opção. O que mais o incomodava nessa situação é que as pessoas, principalmente as mais próximas, consideravam que era sua a culpa pelo estado em que se encontrava. Isso era explicável considerando a sua origem e tudo o que havia conquistado durante a sua vida, criara nas pessoas uma alta expectativa em relação a ele. Além disso, era o responsável direto ou indireto, pela vida de muitas pessoas. Elas não tinham culpa! ...

Vincent van Gogh – ‘Sapatos’

Vincent van Gogh, 1853-1890, Nasceu em Zundert, Holanda. Seu pai e seu avô eram pastores protestantes. Era o primeiro dos seis irmãos, dois deles foram as únicas pessoas com um relacionamento próximo Willemina e Theo, seu protetor durante toda sua vida. O primeiro contato de van Gogh com a arte foi em Hague, quando foi trabalhar com um tio, dono de uma conceituada galeria. Foi enviado para a sede de Londres e, a solidão fez aparecer os sinais de distúrbios que o acompanharão por toda a vida. Pouco interessado em arte e com sua atenção voltada para a religião, foi demitido e retornou para sua casa. Tentou um trabalho religioso voluntário num retorno a Londres. Por duas vezes, tentou entrar para a Universidade de Teologia, mas não conseguiu aprovação. Por influência de Theo, van Gogh passou a levar a arte seriamente, e dedicou-se a ela com grande afinco. Foi morar com Theo em Paris e conviveu com vários artistas, entre eles Toulouse Lautrec, com quem tomou gosto pelo absint...

Exposição ‘Mata Hari - O Mito e a Donzela’

“Mostra busca desmistificar figura de Mata Hari, 100 anos após sua morte.  Mata Hari. A menção ao nome evoca uma história de aventuras da cortesã e dançarina exótica que se converteu em espiã na Primeira Guerra Mundial (1914-18), sendo executada há cem anos por seus serviços ao Império Alemão. Certo? Nem tanto. Como a bibliografia biográfica recente explorou e uma nova exposição condensa, a personagem estava mais para uma vítima de seus erros. ‘Os elementos do mito, a espiã, a dançarina, são o que a maioria das pessoas acha que sabe. Mas ela era bem mais que isso: uma criança que teve muitas experiências negativas, uma mãe que perdeu o filho e teve de fazer várias escolhas difíceis’, afirma, por e-mail, Yves Rocourt. Ele é o curador da mostra ‘Mata Hari - O Mito e a Donzela’, aberta em no dia 14 de outubro de 2017,  no Museu da Frísia, em Leeuwarden (Holanda), cidade natal de Margaretha Geertruida Zelle —a Mata Hari. A exposição recolhe reminiscências de sua inf...