Pular para o conteúdo principal

Pessoas Maldosas



Existem nesse mundo muitas pessoas incríveis e do bem, que se esforçam para deixar um bom legado e serem exemplos com suas vidas.
No entanto, nem todos reconhecem essas pessoas pelo que realmente são. Existem aqueles que não conseguem encontrar o próprio propósito e a própria luz, e por isso tratam aqueles ao seu redor com falsidade e negatividade.
Pessoas assim são geralmente gentis e cuidadosas, à primeira vista, mas no seu interior são egoístas, pensam em obter vantagem em tudo o que puderem e têm intenções ruins.
Elas são presas pelo seu próprio mundo, pensando apenas em si mesmas e no que podem tirar da vida. Não são capazes de entender que estamos todos em unidade. Ao invés disso, pensam que estão contra o mundo e que, para serem felizes, todos os outros têm que sofrer e viver em negatividade.
O relacionamento com pessoas de coração maldoso nos prejudica em todas as áreas da vida, e nos impede de evoluir.
Abaixo estão algumas das características dessas pessoas. Se reconhecer alguma delas em alguém próximo, você pode estar em um relacionamento com uma pessoa maldosa.
1. Elas distorcem as coisas
Elas sempre distorcem tudo aquilo que ouvem de você, de uma maneira que o torne culpado ou errado em uma situação. Elas enxergam esse comportamento como uma força, e uma maneira de conseguirem vantagem, porque fará as pessoas duvidarem ou perderem a confiança em você.
2. Mentem para aqueles ao seu redor
As pessoas de coração maldoso não são autênticas consigo mesmas, e por isso também não conseguem ser com os outros. Inventam mentiras que as beneficiam e as ajudam a apoiar sua vida de fachada.
3. Irresponsabilidade com os próprios erros
Elas nunca reconhecem as próprias responsabilidade pelos erros cometidos, ou por suas ações que tomam rumo inesperado. Ao invés disso, culpam aqueles ao seu redor por suas falhas, pois acreditam que tudo o que fazem é certo.
4. Incapacidade de sentir culpa
Essas pessoas sabem que suas atitudes machucam aqueles ao seu redor, mas, mesmo assim, não conseguem se sentir mal por isso. Na realidade, elas não se importam nem um pouco com as consequências que você sofre. Se você é sua única fonte para conseguirem algo, vão  usá-lo sem nenhuma piedade.
5. Retenção intencional de informação
As pessoas de mau coração sentem prazer em vê-lo  infeliz. Por esse motivo, omitirão informações que possam despertar alegria em seu coração, e lhe dirão apenas coisas que despertam sentimentos tristes e negatividade.
6. Resistência em aceitar a realidade
Essas pessoas só aceitam enxergar as coisas que lhe são convenientes. Se algo está andando contra seus planos, mesmo que alguém esteja conseguindo coisas boas com isso,  elas vão distorcer a realidade para que o jogo vire a seu favor.

Essas pessoas são tóxicas e não devem ter um espaço em sua vida, pois suas boas intenções nunca serão suficientes para fazer com que elas mudem seu padrão de comportamento.
Para viver da forma mais autêntica e iluminada que puder, afaste-se! Você não merece mentiras e manipulação, merece ser feliz e completo!

Texto: Luiza Fletcher |  O Segredo


(JA, Nov17)

Postagens mais visitadas deste blog

100 anos do Leblon - os encantos e história do bairro mais charmoso do Rio

Cenário de inúmeras novelas e inspiração de muitos compositores, o local tem centenas de moradores famosos Quando se pensa no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, vem na mente o cenário de inúmeras novelas de Manoel Carlos e, claro, a fonte de inspiração de muitos compositores e poetas. Como defini-lo? Calmo e elegante. Ele - localizado entre Vidigal, Gávea e Ipanema - é conhecido por seus ótimos restaurantes, comércio forte, vida noturna agitada, e pelos famosos que circulam por lá, e pelo seu cartão-postal: o mar e o Morro Dois Irmãos. A beleza natural juntamente com outros atributos fazem da localidade uma das mais cobiçadas da cidade e um dos bairros mais caros do país. No último dia 26 de julho, o Leblon completou 100 anos de histórias. Francisca Ornellas Teles e Charles Le Blond Charles Le Blond, 1804-1880, chegou ao Rio de Janeiro em 1830, proveniente de Marselha fundando a empresa ‘Navegação Aliança’ com a finalidade de explor...

Petit, o Menino do Rio

  Petit, na verdade José Artur Machado foi o surfista talentoso de espírito livre que nunca cresceu. Com seus 1,80 de altura, loiro de pele bronzeada e olhos verdes,  tornou-se muito conhecido pelos frequentadores da praia do Pier e Ipanema. Principalmente pelas jovens, que o apelidaram de Mel. Seu jeito de viver a vida livremente inspirou Caetano que depois de horas de conversa com Petit escreveu a música eternizada na voz de Baby. Petit representou como ninguém a geração saúde, termo que aliás não existia. Praticante de jiu-jitsu, cuidadoso com seu corpo, surfista e modelo free lancer.   O triste fim de Petit Apesar de ter sido personagem de uma música tão famosa ele não mudou seu comportamento. Levava a vida com naturalidade. Por algum motivo começou a usar drogas, talvez pelas influências ou por própria escolha. Isso quebraria um pouco de seu encanto sobre os frequentadores das praias cariocas? Não podemos afirmar. Mas um trágico acidente de moto oc...

Família Jafet, 133 anos em São Paulo

Residência família Jafet, 730 A Família Jafet é uma família de origem libanesa radicada na cidade de São Paulo ao final do século XIX . Pioneiros da industrialização paulistana, seus membros criaram um dos maiores grupos empresariais familiares do Brasil, com empreendimentos no ramo têxtil, mineração, metalurgia, siderurgia, serviços financeiros e navegação. Dedicaram-se ativamente à filantropia, tendo liderado a fundação de instituições como o Hospital Sírio-Libanês, o Clube Atlético Monte Líbano, o Clube Atlético Ypiranga e o Esporte Clube Sírio. Contribuíram com doações significativas para o Hospital Leão XIII (hoje São Camilo) , o Museu de Arte de São Paulo, e a Universidade de São Paulo. Os Jafet foram responsáveis pela urbanização do histórico bairro do Ipiranga, onde instalaram suas primeiras unidades fabris, realizaram obras de infraestrutura e construíram palacetes de grande valor arquitetônico, diversos deles hoje tombados. ‘Os Jafets todos são bons, t...