Pular para o conteúdo principal

Hebe Camargo – Casa em Tabatinga

Mansão que Hebe Camargo usava na Tabatinga, em Caraguatatuba, foi demolida e reconstruída pelos novos proprietários


A mansão que Hebe Camargo usava na praia da Tabatinga, em Caraguatatuba, no Litoral Norte Paulista, em um luxuoso condomínio, foi parcialmente demolida pelos novos proprietários e reconstruída. A nova ‘mansão’ teria sido inaugurada com uma animada festa no início deste mês.

Totalmente reformada, a nova residência, que fica pé na areia na praia da Tabatinga, estaria valendo atualmente o dobro do valor pelo qual foi adquirida. A mansão teria sido vendida por R$ 18 milhões. A demolição ocorreu no ano passado, quando todo o telhado e algumas dependências foram reformadas.

 

A mansão que foi usada por Hebe Camargo até 2012, ano em que ela morreu aos 83 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória, pertencia na verdade ao seu sobrinho e empresário Cláudio Pessutti, que morreu de Covid em 2021. Após a morte de Pessutti, a família dele resolveu vender o  imóvel.

A mansão que foi construída na década de 80 e sempre era usada por Hebe Camargo, foi vendida para um empresário de São Paulo, que, posteriormente, colocou o  imóvel a venda. O novo proprietário, cujo nome não foi divulgado, demoliu no ano passado boa parte do imóvel para reformá-lo, garantindo uma arquitetura mais moderna. 

Antes de ser adquirida pelo novo proprietário, o corretor de imóveis Cauê Matsumo fez imagens da antiga mansão para divulgar a sua venda. A mansão que Hebe Camargo usava, ocupava 360 metros quadrados de um terreno de 800 metros quadrados na praia da Tabatinga, dentro do Condomínio Costa Verde, um dos mais valorizados do litoral paulista.

O interior da casa é dividido em dois andares, com um hall com um pé direito alto, jardim de inverno, sala de jantar com projetor, e sala de TV. No segundo andar, suítes com vista para o mar. A casa ainda conta com espaço gourmet, piscina e spa. 

A antiga mansão possuía dois andares. No térreo, ficava o hall de entrada, jardim de inverno, três suítes, sala de jantar, lavabo, e sala de TV. A cozinha fica separada da parte principal, e ainda havia uma área de serviço com uma suíte. No andar superior, ficavam duas suítes com varanda e vista para o mar, e para Ilha do Tamanduá. A mansão possuía uma área de lazer com espaço gourmet, piscina, com spa elevado. A garagem tinha espaço para quatro carros. Com a reforma, não se sabe o que teria sido alterado na estrutura da mansão. Quem esteve na nova mansão, garante que o imóvel ficou mais moderno e mais valorizado.

Hebe Camargo usava a mansão para curtir suas férias, e receber amigos. A famosa apresentadora ajudou a divulgar a Tabatinga. Segundo Alberto Na Manha, dono do quiosque frequentado por Hebe na Tabatinga durante muitos anos, foi através dela, que várias outras personalidades da televisão, da música, e do futebol, conheceram e passaram a frequentar a Tabatinga, entre eles, Chitãozinho, Chico Anísio (ficava hospedado no Hotel Tabatinga), Fábio Junior (ficava hospedado na casa da amiga Esmeralda), o técnico Wanderley Luxemburgo, Cláudia Moraes (dona da Kopenhagen), o jornalista e empresário J. Hawilla (dono empresa de esportes Traffic). Luxemburgo e J.Hawilla jogavam cartas com Hebe em sua casa.

                                    

Com a morte de Hebe, em 2012, e depois de Cláudio Pessuti, em 2021 pela Covid, e com a venda e reforma da mansão, os poucos registros da presença de Hebe Camargo na Tabatinga que restaram são algumas fotos da apresentadora, mantidas em um antigo álbum no quiosque do ‘Na Manha’, seu velho amigo, que sempre é visto pelos frequentadores do estabelecimento.



Fonte: Salim Burihan | Notícia das Praias

 

(JA, Mai25)

 

Postagens mais visitadas deste blog

100 anos do Leblon - os encantos e história do bairro mais charmoso do Rio

Cenário de inúmeras novelas e inspiração de muitos compositores, o local tem centenas de moradores famosos Quando se pensa no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, vem na mente o cenário de inúmeras novelas de Manoel Carlos e, claro, a fonte de inspiração de muitos compositores e poetas. Como defini-lo? Calmo e elegante. Ele - localizado entre Vidigal, Gávea e Ipanema - é conhecido por seus ótimos restaurantes, comércio forte, vida noturna agitada, e pelos famosos que circulam por lá, e pelo seu cartão-postal: o mar e o Morro Dois Irmãos. A beleza natural juntamente com outros atributos fazem da localidade uma das mais cobiçadas da cidade e um dos bairros mais caros do país. No último dia 26 de julho, o Leblon completou 100 anos de histórias. Francisca Ornellas Teles e Charles Le Blond Charles Le Blond, 1804-1880, chegou ao Rio de Janeiro em 1830, proveniente de Marselha fundando a empresa ‘Navegação Aliança’ com a finalidade de explor...

Bandeira da Cidade de São Paulo

A bandeira paulistana é branca, traz a Cruz da Ordem de Cristo em vermelho e ostenta o brasão do município no centro. O branco simboliza a paz, a pureza, a temperança, a verdade, a franqueza, a integridade, a amizade e a síntese das raças. O vermelho simboliza a audácia, a coragem, o valor, a galhardia, a generosidade e a honra. A cruz evoca a fundação da cidade. O círculo,  emblema da eternidade, afirma a posição de São Paulo como capital e líder de seu estado. O círculo  envolve o brasão do município de São Paulo.  O brasão consiste num braço armado empunhando um pendão branco, de de quatro pontas farpadas, ostentando a cruz da Ordem de Cristo. O pendão está fixado em uma haste lanceada, em prata.  Encimando o escudo há uma coroa em ouro, com quatro torres, três ameias, com uma porta cada. Suportes: dois ramos de café, frutificados, na sua cor natural.  Divisa: ‘Non ducor duco’ (não sou conduzido, conduzo). . A cr...

Coração de Gelo

Quem tem ambições literárias deve ser de esquerda (em público) e de direita (na obra) Não dou conselhos. Exceto quando me pedem. Aí, depois de cobrar meu salário, digo sempre o mesmo a uma audiência mais jovem: quem tem ambições literárias deve ser de esquerda (publicamente) e de direita (literariamente). Em público, persiste ainda a ideia bizarra de que a esquerda tem um ‘pedigree’ cultural mais elevado. A história do modernismo desmente essa fantasia. Mas a fantasia sobrevive —e, acredite, é mais confortável fazer carreira sem correr maratonas. Relaxe, seja de esquerda, tudo fica mais fácil. Literariamente falando, ninguém escreve grandes obras com ‘bons sentimentos’. Muito menos com uma visão otimista da condição humana. Nesse quesito, faço minhas as palavras de Graham Greene: ‘um grande autor tem sempre uma farpa de gelo no coração’. O próprio Greene ilustrava essa máxima como grande escritor de direita que era (apesar de se dizer de esquerda, claro). Le...