Pular para o conteúdo principal

Administração Geral



  

 

  1. Origem de Administração e seu conceito
  2. As principais escolas e teorias da administração
  3. Habilidades do administrador e as funções administrativas
  4. O processo administrativo e suas quatro funções (PODC)
  5. Gestão estratégica e a excelência no resultado e desempenho
  6. O planejamento estratégico na Administração Geral
  7. Cultura e Clima Organizacional 


1. Origem de Administração e seu conceito

A palavra administração vem do latim ad - que significa direção, tendência para algo – e minister que remete à subordinação ou obediência. Com o passar dos anos, o conceito de administração sofreu diversas mudanças, vide transformações sofridas pelas organizações, indústrias e maneira de realizar negócios.

Nos dias atuais, o conceito mais utilizado indica que administrar é o mesmo que gerir, governar e alocar recursos. O ato de administrar é fundamental para a sociedade, seja na esfera pública ou privada, todos os negócios precisam ser bem administrados para obterem sucesso.

Segundo Maximiano, administrar é o processo de realizar, tomar e planejar ações, que utilizam recursos em busca de alcançar um objetivo.

Embora seja extremamente importante em todas as escalas, a principal finalidade do estudo da administração de empresas é o seu impacto sobre o desempenho das organizações. A maneira como são administradas tornam as empresas mais ou menos capazes de utilizar corretamente os seus recursos, e assim alcançar seus objetivos.

Entretanto, a administração não pode ser considerada como algo mecânico, mas sim mutável, sujeito a variações derivadas do ambiente do qual faz parte.




2. As principais escolas e teorias da administração 





Até o início do século 20, o desenvolvimento da ciência da administração ocorreu de maneira lenta, gradual. Porém como o surgimento do modelo de economia capitalista e do crescimento do liberalismo econômico, os negócios da época passaram a ser substituídos pelo trabalho assalariado, ganhando maior força com o advento da Revolução Industrial.

Foi esse contexto e o crescimento acelerado das indústrias e corporações no século 20, que criou o cenário ideal para o surgimento de uma das primeiras teorias da administração – a administração científica de Frederick Taylor. Essas teorias podem ser grupadas de acordo com a sua ênfase, lembrando também que, apesar de existirem críticas entre elas, as teorias não se anulam, mas se complementam.

Administração Científica -  também conhecida como taylorismo, é uma teoria que dá ênfase às tarefas e atividades executadas pelos operários, tendo como principal objetivo a racionalização do trabalho no nível operacional. Apesar de apresentar em seu modelo vantagens como maior eficiência e produtividade na indústria, o principal foco apresentado por esse movimento era operário. A teoria apresentada por Taylor não levava em consideração as necessidades sociais e humanas dos funcionários.

Teoria Burocrática – ou teoria das organizações, foi uma teoria apresentada por Max Weber, que dá ênfase nas estruturas organizacionais. Essa teoria tinha como principal objetivo a organização inteira, sendo fundamentada na racionalidade corporativa, e também no favorecimento  à organização formal existente nas organizações (baseada em regras e normas). Apesar de apresentar diversas vantagens, tais como padronização e eficiência, a teoria burocrática trouxe muita rigidez e lentidão, fazendo-a perder valor diante das outras teorias de sua época.

Teoria Clássica – uma das teorias mais importantes da administração, a teoria clássica foi apresentada por Henry Fayol, autor considerado por muitos como o pai da administração. Foi uma teoria que também deu ênfase à estrutura organizacional, porém com maior foco nos processos e funções administrativas. Foi justamente com essa teoria que a administração passou a ter um viés de ciência e matéria de estudo. A teoria clássica defendia o processo administrativo, e suas cinco funções POCCC:

  • Planejamento
  • Organização
  • Comando
  • Coordenação
  • Controle 

O gestor também teve grande importância, sendo apresentado quatorze princípios a serem seguidos para se alcançar uma boa administração.

Teoria das Relações Humanas – assim como seu nome indica, a ênfase apresentada nessa teoria eram as pessoas ou colaboradores. A teoria das relações humanas teve início com a experiência de Hawthorne, que foi comandada pelo psicólogo australiano Elton Mayo. A experiência buscava analisar a relação existente entre a produtividade humana, e a iluminação da fábrica (qualidades físicas do local). Essa teoria defendeu um enfoque maior nas relações humanas na organização informal, nas dinâmicas de grupo, na motivação, comunicação e liderança.

Teoria Estruturalista – foi uma teoria que deu ênfase a dois aspectos –estrutura e ambiente. Por esse motivo, a teoria estruturalista é considerada como um movimento plural, que enxerga ao mesmo tempo a organização no seu aspecto formal e informal, bem como o ambiente da qual ela faz parte (suas interações e aprendizado). Ela surgiu por volta da década de 50, como desdobramento da teoria burocrática, e de algumas teses propostas pela teoria clássica, e pela teoria das relações humanas.

Teoria Neoclássica – é o nome dado a um conjunto de teorias modernas que surgiram na década de 50, e que trouxeram de volta alguns conceitos clássicos e científicos da administração. Essa teoria tem como principal autor Peter Drucker – que é considerado o pai da administração moderna. Ela dá ênfase à prática da administração e nos princípios gerais de gestão. O principal objetivo da teoria neoclássica é o de otimizar os resultados, e facilitar o alcance dos objetivos e metas do organizadores.

Teoria Comportamental – foi uma teoria que retomou a ênfase nas pessoas, porém trabalhando sobre o enfoque do behavorismo. Apesar de ser considerada como uma decorrência da teoria das relações humanas, ela oferece um entendimento mais conciso sobre o comportamento humano existente dentro das organizações. A teoria comportamental teve início em 1947, com o surgimento do livro ‘Teoria Comportamental na Administração. O Comportamento Administrativo’, de Herbert A. Simon, o qual foi considerado como um ataque aos princípios da teoria clássica, e uma aceitação (com as devidas correções) de algumas ideias apresentadas na teoria das relações humanas.

Teoria Contingencial – trata-se de uma teoria moderna, com ênfase no ambiente e na tecnologia. A teoria contingencial defende que não existe nada de absoluto nas organizações ou nas teorias administrativas. Para ela  tudo é relativo e, por isso, a abordagem contingencial explica que existe uma relação funcional entre as condições apresentadas no ambiente corporativo e as técnicas administrativas que buscam o alcance dos objetivos e metas organizacionais. Na teoria, dentro da relação, as variáveis ambientes são independentes, enquanto que as administrativas são dependentes – não existindo causalidade direta entre ambas.



3. Habilidades do administrador e as funções administrativas 

Existem pelo menos três tipo de habilidades de um administrador. São elas: 
  • Técnica
  • Humana
  • Conceitual 

Na habilidade técnica são utilizados os conhecimentos, métodos, ferramentas e técnicas necessárias para a realização de atividades específicas que necessitem de instrução, experiência e educação.

Na habilidade humana se explora o discernimento do administrador em trabalhar com pessoas, compreendendo suas atitudes, motivações, objetivos individuais e receios. Nessa habilidade é muito comum ocorrer a exposição de traços de liderança.

Na habilidade conceitual o Administrador de Empresas, ou servidor púbico, precisa compreender as complexidades da organização da qual faz parte - seu ambiente interno e externo, comportamento dos indivíduos nela inseridos, e sua missão, visão e valores.

Essa habilidade permite que a pessoa esteja devidamente alinhada com os objetivos organizacionais e não apenas com os objetivos individuais de seu grupo.

A perfeita combinação dessas habilidades possibilitam um desempenho com alto nível de eficiência e eficácia, que irão variar na medida em que o indivíduo subir na escada hierárquica da empresa.

Atualmente, a administração é composta por quatro funções administrativas que são conhecidas por PODC:

  • Planejamento - decisão antecipada do que precisa ser feito pra alcançar um objetivo.
  • Organização – processo que visa a estruturação da empresa, reunindo os mais diversos recursos
  • Direção – condução e organização das atividades
  • Controle – monitoramento do que está sendo realizado e como.

As quatro funções atuam de maneira integrada, controlando os recursos  norteando a companhia na busca pelos seus objetivos e metas. Esses elementos constituem o que chamam de processo administrativo.



4. O processo administrativo e suas quatro funções (PODC)





Planejamento – o processo de planejamento tem como finalidade a previsão de fatos que precisam ocorrer no futuro, tendo como resultado final a elaboração de planos de ação. Por esse motivo, o planejamento trabalha diversos fatores organizacionais, tais como avaliação do ambiente, definição dos objetivos e metas organizacionais, a maneira e os prazos de execução dos planos elaborados, os meios e recursos, e também as formas de controle que serão utilizados. O planejamento pode ser realizado em três níveis que são: 
  • Estratégico
  • Tático
  • Organizacional 

Cada nível atua de uma maneira, sendo cada um abrangente, detalhado e analítico.


Organização – é considerada a função administrativa que tem como objetivo a estrutura da empresa, trabalhando em conjunto com diversos recursos organizacionais conforme planejamento previamente estabelecido 

Para Chiavenato, a organização consiste em determinar atividades necessárias para o alcance de metas e objetivos (especialização), agrupar as atividades de companhia em uma estrutura lógica (departamentalização), e delegar as responsabilidades aos respectivos cargos e funções (cargos e tarefas).

A organização pode ser estruturada em três níveis diferentes – institucional, intermediário e operacional; e pode ser entendida de duas maneiras: a primeira, como função administrativa, e a segunda como uma entidade social.


Direção  -  é o processo administrativo de condução das tarefas que foram planejadas anteriormente. Os meios mais conhecidos de direção empresarial são ordens e instruções, motivação, comunicação, liderança e processo decisório.

Para que uma organização funcione de maneira adequada ela precisa ser dirigida.

Após a etapa de planejamento e organização das atividades, cabe à direção a função de conduzir a maneira pela qual o objetivo deve ser alcançado. Os princípios mais comuns na função de direção são a unidade de comando, a delegação, a amplitude de controle, e a coordenação.


Controle – é o responsável por verificar e acompanhar se tudo está sendo realizado conforme o planejamento. O controle é fundamental, pois está diretamente ligado ao alcance dos objetivos.

Para conseguir realizar suas metas, a companhia precisa coletar dados qualificados, a fim de medir se o que está sendo feito está ou não gerando os resultados esperados pela empresa.

O controle é responsável por sinalizar se a organização está seguindo o caminho certo, e também se conseguirá cumprir os prazos estabelecidos.

As principais características da função de controle são maleabilidade (alteração não prevista), instantaneidade (identificação de erros), e correção (reparação de erros).


5. Gestão estratégica e a excelência no resultado e desempenho

O conceito de excelência vem sendo tratado com bastante força pelo mercado atual e também pela esfera pública, trazendo novas ideias como o foco no cliente e na sociedade, a globalização dos mercados, e a reengenharia das estruturas organizacionais.

A excelência é considerada como o estágio final dos programas de qualidade, sendo uma prerrogativa das empresas e órgãos públicos que desejam atuar de maneira competitiva, agregando valor para seus clientes e sociedade.

Abaixo elencamos quatro pilares de uma gestão estratégica, alinhada à excelência no resultado de uma organização.


Qualidade centrada no cliente e na sociedade -  nesse aspecto a qualidade é julgada e definida pelo cliente. Todos os atributos do produto ou serviço que agregam valor para o cliente, melhoram também a sua satisfação e percepção sobre os mesmos.

Visão de valor, satisfação e preferência, podem ser influenciadas por diversos fatores, porém todos os três estão interligados ao modo como a organização se relaciona com seu usuário (cliente), conduzindo assim à confiança, fidelidade e preferência.


Liderança Organizacional – a liderança é uma qualidade de quem sempre pensa à frente de seu tempo, apresentando um desejo fora do comum de aprendizado e de uma grande capacidade de influenciar pessoas.

Ao todo existem três estilos de liderança que são autocrática, democrática e liberal.

Na liderança autocrática, o líder é o responsável por definir diretrizes e tomar decisões, atuando como dominador e aumentando a tensão de sua equipe.
Na liderança democrática, as diretrizes são debatidas pelo grupo, com certa liberdade na tomada de decisão e na divisão de tarefas.
Na liderança liberal, existe liberdade completa na tomada de decisão, com participação mínima do líder na escolha das tarefas e controle da equipe.


Melhoria contínua – trata-se de uma prática adotada por diversas empresas que tem como principal objetivo atingir resultados melhores de maneira ininterrupta. O termo ‘melhoria contínua’ surgiu por volta da década de 80, sendo considerada um mantra na maioria das organizações.

Existem diversas ferramentas voltadas à melhoria contínua, mas, no geral, todas atuam em duas áreas distintas – ações corretivas e ações preventivas.  A primeira tem por objetivo eliminar ou diminuir as causas de uma não conformidade. Já a segunda, busca prevenir o acontecimento de não conformidade, reduzindo a recorrência de problemas.


Gestão da informação – a realização das metas, e de um bom desempenho organizacional, requer uma boa gestão de dados, informações e análises.

Existem diversos tipos de dados e fontes de informação, sendo os mais comuns relacionados ao cliente, ao desemprenho de produtos e serviços, ao mercado, às operações, funcionários, fornecedores, concorrentes, entre tantos outros.

O gerenciamento da informação serve de base para diversos propósitos corporativos, e envolve todos os elementos genéricos de gestão, como por exemplo: planejamento, estrutura, controle, processamento, etc. A gestão de informação está interligada à gestão de dados, sistemas e tecnologia. 




6. O planejamento estratégico na Administração Geral 




O planejamento estratégico constituiu uma das mais importantes funções administrativas, atuando como uma competência que auxilia os gestores e a alta administração a definir caminhos e situações para o longo prazo da organização. A palavra estratégia foi bastante utilizada no ambiente corporativo, sendo mais aceita como o caminho a ser seguido de maneira favorável, em relação à conjuntura dos ambientes, e ao cenário que envolve a companhia. Em resumo, é o meio para se alcançar resultados.

Função do planejamento estratégico - pode ser considerada como a função na qual o gestor estabelece os caminhos para a organização, utilizando-os como embasamento para a execução da sua liderança, e também para controle das atividades da sua equipe.

O plano estratégico de um processo gerencial que permite à organização antecipar-se a cenários futuros. Saber utilizar da maneira adequada os instrumentos do plano estratégico é essencial para aumentar a competitividade da empresa, tornando mais fácil o alcance do que foi almejado. Ao todo, o planejamento estratégico possui cinco atividades pré-estabelecidas, que são:

Projetar a visão de futuro – é o mesmo que identificar uma resposta para uma pergunta, ou se antecipar a determinados cenários e situações futuras. Por exemplo, quais são as necessidades humanas que a empresa tem desejo de satisfazer dentro dos próximos cinco anos? E, consequentemente à pergunta, elaborar contextos menores para possíveis caminhos e situações. Qual tipo de produto criar, como será o comportamento dos consumidores em relação a ele, tendências de usabilidade e concorrência entre outros aspectos.

Definir o escopo do negócio – pode ser considerado como a determinação do que a empresa é e o que ela faz para se mobilizar na construção do seu ‘eu’ futuro. Para ser eficiente nesse ponto a organização precisa identificar em quais áreas de negócio deseja atuar, bem como quais unidades de negócio irão compor cada área.

Uma área pode ser entendida como uma demanda (tecnologia), ou como uma competência (serviço). Já uma unidade caracteriza-se como um produto específico, um público alvo e os concorrentes do negócio.

Definir missão e visão institucional – em outras palavras é a razão da existência da organização. A missão, visão, e valores da organização é a definição do porquê a empresa existe, e qual o eu propósito. A missão é o objetivo maior da empresa, enquanto a visão é a projeção do que a mesma deseja se tornar no futuro. Para isso são trabalhados fatores como análise de ambiente, nicho de negócio e concorrência, e definição dos objetivos e metas.

Definir objetivos e metas – como o próprio nome já diz , é a projeção numérica, mensurável e quantificável, do que a companhia pretende realizar. Pode ser entendida como um desmembramento da missão da empresa, que, para serem alcançados, precisarão passar pela definição dos planos estratégicos.

Muitas organizações não conseguem colocar em prática seu planejamento, justamente pelo fato de não possuírem os objetivos e metas bem definidos. É fundamental que a empresa defina os patamares que deseja alcançar, bem como seus indicadores.

Analisar os ambientes interno e externo – é considerado como um dos fatores mais importantes para a definição da estratégia corporativa e também dos caminhos que serão escolhidos. Para ajudar nessa questão existem duas ferramentas muito famosas que são:

Análise SWOT ou Matriz SWOT - é uma ferramenta que auxilia na verificação e posição estratégica da empresa, com base em quatro matrizes que são:  forças, fraquezas, oportunidades  e ameaças.

BBS fornece a visão de conjunto dos fatores críticos, medindo através de indicadores, perspectivas relativas ao financeiro, clientes, processos, aprendizado e crescimento.



7. Cultura e Clima Organizacional 

Cultura Organizacional   no contexto geral significa as crenças, valores, expectativas e a maneira pela qual a empresa lida como seu recursos humano relacionamento e interações).

A cultura organizacional de uma empresa abrange certos elementos, tais como normas de conduta, crenças e valores, cerimônias e rituais, e os símbolos. Esses elementos são medidos através de indicadores específicos que buscam mensurar o quão forte é a cultura de uma empresa. Seu objetivo principal é trazer dados acerca da identidade, tolerância à inovação, individualismo, coletivismo, participação ou engajamento, e adaptação de todos os stakeholders (partes interessadas) do negócio.

Clima Organizacional pode ser considerado como o último componente da organização informal. O clima de uma empresa mede o nível de satisfação ou insatisfação dos funcionários para com suas atividades, benefícios e ambiente de trabalho.


Esses dados são trabalhados por meio de questionários conhecidos como pesquisa de clima organizacional, que são aplicados dentro da empresa, fazendo uso de perguntas objetivas  e racionais. O estudo do clima tem como principal finalidade compreender as necessidades, preocupações e percepções do funcionário inserido na empresa. 





Fonte: Portal Administração



(JA, Abr19) 


Postagens mais visitadas deste blog

Grabovoi - O Poder dos Números

O Método Grabovoi  foi criado pelo cientista russo Grigori Grabovoi, após anos de estudos e pesquisas, sobre números e sua influência no nosso cérebro. Grigori descobriu que os números criam frequências que podem atuar em diversas áreas, desde sobrepeso até falta de concentração, tratamento para doenças, dedicação, e situações como perda de dinheiro. Os números atuam como uma ‘Código de desbloqueio’ dentro do nosso inconsciente, criando frequências vibratórias que atuam diretamente na área afetada e permitindo que o fluxo de informações flua livremente no nosso cérebro. Como funciona? As sequências são formadas por números que reúnem significados. As sequências podem ter  1, 7, 16, ou até 25 algarismos, e quanto mais números, mais específica é a ação da sequência. Os números devem ser lidos separadamente, por exemplo: 345682 Três, quatro, cinco, seis (sempre o número seis, não ‘meia’), oito, dois. Como praticar Você deve escolher uma das sequencias num

Thoth

Deus da lua, juiz dos mortos e deus do conhecimento e da escrita, Thoth (também Toth, ou Tot, cujo nome em egípcio é Djehuty) é um deus egípcio, representado com cabeça de íbis. É o deus do conhecimento, da sabedoria, da escrita, da música e da magia. Filho mais velho do deus do sol Rá, ou em alguns mitos nascido da cabeça de Set, era representado como um homem com a cabeça da ave íbis ou de um babuíno, seus animais sagrados.   Sendo o deus associado com o conhecimento secreto, Thoth ajudou no sepultamento de Osíris criando a primeira múmia. Era também o deus das palavras, da língua e posteriormente os gregos viam este deus egípcio como a fonte de toda a ciência, humana e divina, do Egito. O culto de Thoth situava-se na cidade de Khemenou, também referida pelos gregos como Hermópolis Magna, e agora conhecida pelo nome árabe Al Ashmunin. Inventor da escrita Segundo a tradição, transmitida também por Platão no diálogo Fedro, Thoth inventou a escrita egípc

Por que Jesus dobrou o lenço?

‘E que o lenço, que estivera sobre a cabeça de Jesus, não estava com os panos, mas enrolado num lugar à parte’.(João 20:7) Por que Jesus dobrou o lenço que cobria sua cabeça no sepulcro depois de sua ressurreição? Você já deteve sua atenção a esse detalhe? João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi apenas deixado de lado como os lençóis no túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos contar que o lenço fora dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra. Bem cedo pela manhã de domingo, Maria Madalena veio à tumba e descobriu que a pedra havia sido removida da entrada. Ela correu e encontrou Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara. Disse ela: ‘Eles tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde eles o levaram’. Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá primeiro chegou. Ele parou e observou os lençóis lá,