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Mundos Paralelos

 

Algum dia, todos nós já sonhamos ou nos imaginamos, estar vivendo situações que não têm nada a ver com a nossa realidade, com o nosso mundo consciente. São locais, ambientes, pessoas e coisas que, de repente, aparecem em nossa mente, saídos sabe-se lá de onde. Esta matéria não tem a pretensão de explicar o que, e porque acontece; apenas registrar alguns desses eventos. 

 


Encontro com amigos

 

Ele estava na beira de um penhasco, abaixo do qual corria um braço de mar que vinha no sentido da praia até um certo ponto. As  ondas se quebravam ao encontrar a areia, e  retornavam, num vai e vem incessante. 

Lá de cima ele vê aquela paisagem em movimento, sente o seu pulsar. Entretanto,  não está ali para isso. Logo abaixo, na direção contrária - na do mar aberto -  avista uma construção aconchegante, térrea, parecendo um restaurante, com um grande varanda com uma vista magnífica para o mar. Não vê ninguém, mas sabe que seus amigos estão lá, reunidos, aguardando por ele, como combinado.

Sorrindo, feliz, gozando da alegria do momento, desce caminhando em direção àquele espaço, indo ao encontro da 'turma'. Mas, então, a imagem se desfaz. 

Ficou a sensação de que esteve próximo de alguma coisa muito boa, que de alguma forma existe, está reservada para ele. Entretanto, ela esteve apenas na sua imaginação, na sua alma. 



Encontro com o Pai


Caminhando na rua, quase noite, ele se dirige para seu apartamento. Lamenta estar sem a chave de entrada, e sem o seu celular. Não fica claro o porquê. Segue meio atrapalhado e, sem perceber, passa em frente do edifício onde mora, e continua andando.

De repente, avista alguém; tem consciência de que é o seu pai e, ao mesmo tempo, percebe que está diante de um prédio com tijolinhos à vista – que não é o seu.

Seu pai é então um homem elegante, vestindo camisa e sapato social, gravata, e terno - de  uma tonalidade avermelhada-escura, caminha altivo no meio das pessoas ao longo da calçada. Ele o avista, o reconhece, mas  continua seu percurso, provavelmente se dirigindo para o prédio do apartamento que compartilham.  

Feliz com o encontro que solucionaria seu problema de acesso ao apartamento, dá meia volta e o segue, balbuciando para ele que, atrapalhado, havia esquecido a chave da porta de entrada novamente. O pai, sem parar, sem olhar diretamente para o filho, comenta que está sem vir para casa já há mais de um dia. E continua caminhando. 

Ele o segue tropeçando, com dificuldade para acompanhar seus passos largos. Percebe então que está maltrapilho e descalço. 



Espaço familiar

 

Após um encontro profissional, ele sai do edifício onde estava e segue em direção a uma perua, onde o aguardam seus colegas de trabalho, para voltarem ao hotel onde estão hospedados. 

Como  já está meio atrasado, pensa em ligar para o motorista e pedir para aguardá-lo. Percebe então que está sem seu celular. Entretanto, não pode perder tempo voltando para buscá-lo. Sem celular e sem dinheiro local para pagar transporte individual, resolve seguir em frente, rapidamente, para o local do encontro. 

A cidade é estranha para ele e, embora saiba a direção, tem dificuldade para encontrar o caminho. Segue por uma determinada rua; não é aquela. Segue por outra, e também não.

Já meio desesperado, com medo de ser largado ali, resolve subir uma rua íngreme – talvez lá de cima consiga se localizar. Ao chegar lá tem uma surpresa. Essa ladeira deu numa rua plana, sem saída, com construções clássicas cuja simetria e acabamento  transmitiam calma, realização.

À direita estava implantado um prédio do mesmo padrão, que ocupava todo o espaço daquela lateral. Esse edifício, estranhamente, lhe pareceu muito familiar. 

Aonde ele viera parar? Parecia que tinha viajado tanto para chegar nesse lugar que, de alguma forma, tinha a ver com ele, como se, inconscientemente, fizesse parte da sua história.

Envolvido por esses pensamentos, esqueceu por um momento da sua prioridade. Lembrando-se, se recompôs, voltou pelo caminho por onde tinha vindo, abandonando aquele lugar. Aquele lugar que o deslocou para um tempo inconsciente da sua existência, que o fez se sentir tão bem, E continuou na sua busca apressada.


Figuras Imaginadas
 
 

Já há muitos anos ele coleciona on-line reproduções de obras de arte. Todas estão classificadas por tipo, identificação do autor e sua história, data de confecção, comentários etc.

Diariamente divulga uma dessas obras nas redes sociais, bem como eventos importantes que acontecem, no país e no  mundo, relacionados com arte. 

Talvez, por conta disso, começou a identificar desenhos de figuras nos locais mais improváveis: no tapete persa da sua sala, nas nuvens, nas sombras, nas águas de um lago, nas ondas do mar,... Essa figuras representam seres humanos e animais, caracterizados: soldado, detetive, policial, cowboy, mulher sensual, bichos - podem ser realistas ou estilizados, parecendo fazer parte de algum desenho animado, etc.

O interessante é que essas figuras não são sempre as mesmas embora sejam visualizadas sempre no mesmo local - sua conformação depende do dia, do modo de olhar.  Às vezes, mesmo numa fonte imóvel como o tapete, por exemplo, tem dificuldade em redescobrir alguma figura definida anteriormente.

Embora não tenha habilidade ou formação artística, lhe ocorreu que os autores das obras que admira tanto, possam ter tido inspirações desse tipo para iniciar, desenvolver, seus trabalhos. A ilusão, a figura imaginada, pode se tornar realidade nas mãos de um artista.

Ele ficou feliz em poder captar,  participar dessa parte do processo artístico criativo, que, muito provavelmente, foi percorrido pelos seus ídolos, responsáveis pela criação de obras que tanto admira.




Passado Contínuo
 

Saindo de uma reunião de trabalho, no fim do dia, ela esperava por ele. Agia como se o conhecesse muito bem, mas ele não a reconhecia. Sua figura lhe remetia a uma conhecida, de origem alemã, com quem conviveu no passado. Mas não era ela.

Era jovem, bonita, simpática. Ela o convidou para irem comer alguma coisa em seguida. Por qualquer motivo, ele achou melhor declinar para evitar um novo envolvimento. Disse que estava cansado - que havia ficado estudando o dia todo, e que, no dia seguinte, faria uma prova importante para o seu 5º ano de medicina.

Conversaram mais um pouco e, de passagem, mostrou para ela a fachada de um restaurante alemão que ficava do outro lado da rua onde eles estavam. Elogiou a comida dali, e disse que ela deveria conhecê-lo.  Ela disse: ‘Ótimo. Podemos ir aí então. Só me aguarde uns minutos pois preciso me arrumar um pouco – estou hospedada aqui ao lado, na casa de uns amigos, e já volto’. Ok. Esperou, e ela, em alguns minutos, voltou toda arrumada. Trouxe consigo uma amiga e duas crianças.

Para a amiga, ao lhe apresentar, comentou sobre a prova que ele iria fazer no dia seguinte. A moça era falante, simpática, mas nada que chamasse muita atenção.

Entretanto, as crianças, que tinham entre 8 e 9 anos, lhe impressionaram – passavam vivacidade, independência, pureza, inteligência, e  estavam vestidas com um tipo de roupa que não tinha nada a ver com os modismos comuns. Tinha um design meio vintage, um caimento perfeito.

As roupas e acessórios eram claros, brilhantes, denotavam riqueza. Os garotos, enquanto eles se preparavam para entrar, andavam juntos, para lá e para cá, com segurança, indiferente aos adultos, ao efeito que haviam lhe causado.

Quem era essa mulher? E quem eram esses meninos?  Vieram ao seu inconsciente sinalizar para alguma coisa? Mostrar um passado que ele não se recordava...


Instalação Acidentada

Orlando estava no interior da casa, especificamente na sala, fazendo algumas instalações à pedido de sua esposa. Fixava um suporte na parede, instalava um gancho para pendurar um quadro, etc.

Num determinado momento, inseriu um pequeno pino de ferro junto a uma caixa de força, uma tomada, que acabou por atingir a fiação. Naturalmente, provocou um curto elétrico, saíram faíscas e, num, repente chamas de dentro da caixa.  Orlando apavorado com a possibilidade do fogo se espalhar, saiu correndo na direção da casa do amigo Thomaz que morava em frente. E, gritando seu nome, pediu ajuda. 

Thomaz sempre foi alguém ponderado, que aparentemente tinha respostas para tudo, parecendo até meio pedante por conta desse seu jeito.

Todos se assustaram com a gritaria.  Thomaz acompanhou Orlando até o local.

Saia fumaça da caixa, mas não havia mais fogo.   Ocorreu a Orlando desligar a caixa de força da casa. Thomaz então lhe disse que já havia feito isso ao entrar.

Passado o susto, Orlando refletiu sobre o que aconteceu, e ficou com algumas dúvidas, que até hoje não conseguiu responder. Como ele, um cara experiente: 

¾      Fora tão distraído a ponto de colocar um pino de ferro junto à fiação de um            interruptor de luz?

¾   Por que não desligou a caixa de força  da casa imediatamente, após o   incidente?

¾   Por que, em seguida, ao invés de resolver o problema que causou, saiu      correndo em busca de ajuda, sendo que sabia tudo o que deveria ser feito?

¾   Por que foi buscar ajuda justo do petulante do Thomaz, a quem sempre   criticou, ironizou, por aquela sua atitude superior, sapiente?


É, ninguém sabe exatamente qual será a sua reação em determinadas circunstâncias, até que aconteça. Em situações críticas, o nosso eu interior, o inconsciente, reage, se manifesta imediatamente, independentemente do racional.


Equipamento em Produção

 

Ele estava saindo da casa para onde se mudara recentemente, e esbarrou num homem simpático, aparentemente originário do Oriente Médio. Desculpou-se, e ia continuar seguindo seu caminho,  quando vê junto ao homem um garotinho, muito pequeno para os padrões normais, magrinho, com aspecto doentio e expressão infeliz, mal vestido,  que, de dentro de um carrinho de bebê, o olhava como se quisesse lhe dizer alguma coisa.

A criança tenta sair do carrinho sinalizando que iria em sua direção, e cai. Ele imediatamente a socorre, colocando-a de volta no carrinho. 

Nisso, o homem, que certamente era o pai, que havia observado o que aconteceu, pergunta a ele se pode continuar montando o equipamento que já estava montando na casa, antes dele se mudar para lá.

Ele acha aquilo muito estranho. Em primeiro lugar, porque não há nenhum equipamento sendo montado na sua casa;  e,  em segundo, porque não sabe quem é aquele homem,  nem o que faz, ou de onde veio.

Pensando no que iria responder, a imagem, o momento, se desfez, tudo se perdeu.  


Cachorro Marrom

Ele estava numa casa que, embora familiar, não era a sua. Precisou ir ao banheiro. Foi ao mais próximo, abriu a porta e lá dentro havia uma criança, uma menina, que estava  tomando banho – não dava para vê-la muito bem porque a porta do box estava embaçada. Entretanto, ela resmungava, como se estivesse chateada. Não entendeu o que dizia, mas imaginou que talvez estivesse chamando pela mãe.

Acionou o interruptor da lâmpada do banheiro para enxergar melhor, mas não funcionou. Então, saiu do banheiro.

Do lado de fora ouviu latidos de um cão e, olhando para aquele lado, viu um grande cachorro marrom, correndo alegre em sua direção. Veio, passou por ele sem se incomodar com sua presença, e continuou. O cão saiu de casa em direção ao quintal. Ele trancou a porta por onde o cão saiu, para evitar o seu retorno.

Mas, o cachorro não desistiu. Tirou uma pequena grade que tampava um buraco  no chão do quintal, penetrou por um pequeno canal que ligava a uma outra abertura na casa, e conseguiu entrar novamente. Passou correndo por ele, ainda alegre, latindo, e continuou, seguindo um caminho provavelmente aleatório, sempre  correndo.


Moça de vestido Verde  


Ele estava numa sala – eventualmente fosse um escritório, quando ela entrou. 

Não viu seu rosto de frente, não sabia quem ela era. Viu apenas seu perfil, onde se destacava o cabelo longo e preto – tão preto que parecia tingido. Vestia um vestido verde escuro. Estava muito arrumada, como se estivesse preparada para algum evento, compromisso.

Então, percebeu que ela estava muito triste, emocionada. Instintivamente, sem saber, ou procurar saber o por quê, aproximou-se e a abraçou. Sentindo reciprocidade do gesto, a beijou. Percebendo que estava ficando estimulado, e que ela poderia sentir, afastou seu corpo do dela...

Não houve sequência - o momento se diluiu, se perdeu no espaço.



Revolta Liberada


Adilson vinha passando por uma fase na sua vida sem precedentes. Justo ele, para quem tudo sempre dera certo, começou tudo a dar tudo errado.  Naquela manhã especialmente - o ERRADO foi escrito com letras maiúsculas. Acabara de ser informado que deixara de ganhar uma quantia considerável que já considerava como realizada. Ficou indignado.  Mas, agora, não havia o que fazer. Embora decepcionado, manteve a calma, e concluiu que o mais certo seria tomar providências para evitar novos prejuízos.

Decidiu fazer isso o quanto antes, e saiu dali.  No caminho, passou no local onde deveria entregar os documentos necessários para venda das ações restantes.

Veio dirigindo e, quando chegou na sua referência, virou à direita. Então, observou que havia fechado um motociclista que, indevidamente, o estava ultrapassando pela direita. Não aconteceu nada porque o motociclista freou. Na sequência – viu então que era uma senhora-, ela o alcançou, bateu no vidro do motorista, exigindo ser ouvida. Com certeza estava indignada, se achando coberta de razão, vociferando.

Adilson, sem pensar, mas sem querer ser admoestado por mais ninguém neste dia, abriu seu vidro e gritou: ‘Vá embora!’ , o mais alto possível, por várias vezes, não prestando atenção ao que ela falava. A única coisa que captou do que ela falou foi: ‘Louco!.

Em seguida, acelerou indo em frente, jogando do carro para a esquerda,  fechando a eventual passagem da moto. Pelo espelho retrovisor a viu manobrar, saindo daquela rua.

Mais tarde refletindo, considerou sua atitude despropositada e irracional, e deu razão a ela quando o chamou como chamou.  Por outro lado, aquela sua explosão mostrou uma revolta que ele tinha inconscientemente guardada dentro de si, e que, acionada por um evento banal, fora liberada.

Esse contingenciamento racional, que habitualmente praticamos, certamente não é saudável e, como no caso, acaba sendo indevidamente liberado, atingindo pessoas que não têm nada a ver com o que a causou. Essas pessoas, por sua vez,  podem então também contingenciar o que sentem, guardando a revolta então criada e, eventualmente, liberá-la indevidamente, criando assim uma cadeia recorrente, onde todos acabarão sendo prejudicados.


Convidado Oculto



Era hora do almoço. Havia no local uma criançada alegre, rindo, brincando uns com outros, tomando assento na mesa, ocupando quase todo o espaço disponível.

A comida começou a ser servida.

Olhou aquele ambiente, e sentiu bem, feliz. Sorriu. Por um momento pensou: Por quê não estou sentado na mesa também? Depois, concluiu, devia ser porque  não estava sentindo fome. Fato que confirmou na hora.

Chamaram-lhe atenção nesse episódio,

a.      Embora estivesse observando a todos, ninguém demonstrou que havia percebido a sua presença, falou com ele. Que estava presente, estava. Se estava presente para eles, não sabia.

b.      Num determinado momento, observou que uma das unhas da sua mão estava grande, e com uma sujeira escura, sob o espaço crescido. Qual seria o significado? 

c.  Dois garotos, com menos de 10 anos, estavam separados dos outros, em pé, abraçando-se carinhosamente. Imaginou que eles fossem namorados, e que deveriam dormir juntos daquele jeito.

Interessante, pensou, ter tido essa reação, esses pensamentos. Justo eu que, normalmente, estranho qualquer relação afetiva entre pessoas do mesmo sexo – aceito, mas com reservas. 

Não julgou negativamente o que viu, e nem o fato de serem apenas garotos. Pelo contrário, ficou até emocionado com o sentimento de afeição que eles demonstravam, um para com o outro.

É, muitas vezes, os sentimentos independem da razão. 

 

 

 


 

(JA, Dez20)

 


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